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O governo do Estado e a Prefeitura de São Paulo optaram pelo monotrilho para ampliar o sistema de transporte público da cidade e região metropolitana. São seis projetos, que somam 110 quilômetros, com custo estimado entre R$ 7,7 bilhões e R$ 10,4 bilhões. A população, no entanto, é contra esse tipo de transporte. Isso ficou demonstrado durante a audiência pública realizada nesta quinta-feira (02/09) pelas Comissões de Política Urbana e Meio Ambiente e de Trânsito, Transporte da Câmara de São Paulo. Representantes dos moradores de várias regiões de São Paulo lotaram o Auditório Prestes Maia e protestaram contra a construção do monotrilho, considerado por eles como uma versão moderna do Minhocão, que é considerado um erro urbanístico, contribuindo para o aumento significativo da criminalidade e provando a deterioração da região.
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As alterações no projeto de expansão da Linha Verde do metrô foram discutidas em reunião da Comissão Metropolitana de Meio Ambiente e Política Urbana, realizada em junho, na Câmara Municipal de São Paulo. Estiveram presentes técnicos responsáveis pelas obras, representantes da secretaria estadual de Transporte e da diretoria de planejamento e expansão do transporte metropolitano de São Paulo. Além da mudança do metrô por monotrilho, a comissão solicitou esclarecimentos sobre a alteração do trajeto, o cronograma de entrega, carregamento, desapropriações, valor e estudos de impacto ambiental e de vizinhança da obra. O novo projeto prevê a construção do metrô com o percurso de Vila Prudente para a Penha. A obra, monotrilho, passará por cima das copas das árvores no canteiro central da avenida Luiz Ignácio de Anhaia Melo.
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