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DENOMINA PRAÇA CASA DA COLINA O ESPAÇO PÚBLICO DELIMITADO PELAS RUAS TEFÉ, OLAVO FREIRE E TÁCITO DE ALMEIDA, NO DISTRITO DE PERDIZES, SUBPREFEITURA DA LAPA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS PDF Imprimir

LEI Nº 15.258, DE 24 DE AGOSTO DE 2010

DENOMINA PRAÇA CASA DA COLINA O ESPAÇO PÚBLICO DELIMITADO PELAS RUAS TEFÉ, OLAVO FREIRE E TÁCITO DE ALMEIDA, NO DISTRITO DE PERDIZES, SUBPREFEITURA DA LAPA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

(Projeto de Lei nº 646/08, do Vereador Chico Macena - PT)

GILBERTO KASSAB, Prefeito do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei, faz saber que a Câmara Municipal, nos termos do disposto no inciso I do artigo 84 do seu Regimento Interno, decretou e eu promulgo a seguinte lei:

Art. 1º Fica denominado Praça Casa da Colina o espaço público delimitado pelas ruas Tefé, Olavo Freire e Tácito de Almeida (Setor 11 - Quadra 34), no Distrito de Perdizes, Subprefeitura da Lapa.

Art. 2º As despesas decorrentes da execução da presente lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.

Art. 3º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO, aos 24 de agosto de 2010, 457º da fundação de São Paulo.

GILBERTO KASSAB, PREFEITO

CLOVIS DE BARROS CARVALHO, Secretário do Governo Municipal

Publicada na Secretaria do Governo Municipal, em 24 de agosto de 2010.

DATA DA PUBLICAÇÃO: 25/08/2010.

Justificativa : 

A intenção fundamental deste projeto, que certamente contará com o apoio de ação de todos  os Vereadores desta Casa, é uma justa homenagem da população do Pacaembu e de Perdizes á vida e obra do escritor Guilherme de Almeida ( 1890 – 1969 ), ilustre morador do bairro, na imagem de sua crônica A casa da Colina”, que fala do bairro em sua época.

Em 1946 Guilherme de Almeida mudou-se para um belo sobrado na rua Macapá, 187, Perdizes. Era chamado carinhosamente por ele como A Casa da Colina. Ele a descreveu: “ A Casa na Colina é clara e nova. A estrada sobe, pára, olha um instante e desce”. Nela o poeta viveu até o fim de sua vida, em 1969.

Lá os saraus eram bem animados, como lembrou o poeta Paulo Bomfim. Também estavam sempre presentes os amigos Tarsila do Amaral, Oswald de Andrade, Anita Malfatti, Victor Brecheret e Noemi mourões.

Guilherme de Almeida ficou conhecido como o artista do verso, tanto que Manuel Bandeira o considerava o grande poeta da língua portuguesa.

A casa ainda existe e, em 1979, tornou-se museu, pertencendo à secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo, e contanto com rico acervo de livros e obras de artes plásticas que pertenciam ao escritor.

Em reconhecimento por este aspecto cultural tão relevante para a cidade de São Paulo e particularmente para o Bairro de Perdizes, é que se propõe este projeto de lei.



 

 

 
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