
| Especialistas discutem uma São Paulo sustentável |
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| Sáb, 15 de Agosto de 2009 14:17 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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A experiência do processo de construção do Código Ambiental do estado do Rio de Janeiro foi apresentada pelo deputado estadual André do PV, presidente da comissão responsável pela elaboração do projeto na Assembléia. O deputado falou sobre a importância do projeto de lei não entrar em conflito com outras legislações e da necessidade dele ter um prazo de renovação, após ter se tornado lei, “pois nós entendemos que o meio ambiente é dinâmico”, afirmou André.
A debatedora Bandeira Lins enfocou a necessidade do “projeto ser feito de maneira cuidadosa para não deixar brechas que possam dificultar o cumprimento adequado da lei”. Também sobre a questão judiciária do código, falou Carlos Aberto San, como ele sugeriu ser chamado devido à polêmica dos seus sobrenomes, Maluf e Sanseverino. “Este marasmo que se tem no judiciário sobre o que vai ou não pegar como lei. Vai pegar como lei aquilo que pressionarmos”, afirmou ele. O debatedor Tarcísio Paula além de sugerir mais especificações no projeto sobre a questão dos resíduos sólidos, citou a importância de “questionarmos a origem dos produtos que compramos, pois o consumidor também tem responsabilidade ambiental na aquisição de algo”, disse ele. Após as apresentações e o debate, foram promovidas quatro oficinas sobre os temas: A Biodiversidade, A Água, O Ar e O Solo e o Meio Ambiente Construído, o encaminhamento das oficinas servirão para a implementação do projeto de lei que será feita antes dele ser votado em segunda discussão na Câmara Municipal de São Paulo. O artigo 30 da Constituição Federal diz que todo município deve ter seu Código Ambiental. “As experiências de outras localidades é valida, mas o projeto de cada região deve levar em consideração as condições ambiental e urbana da sua cidade”, afirmou o vereador Chico Macena, autor do projeto em discussão no seminário.
“A consolidação das leis ambientais ajudará a população entender melhor o funcionamento e a relação delas na sociedade. Sabemos que existem muitas leis que não saem do papel e que a cidade de São Paulo precisa de regras claras que evitem a degradação e preservação do meio urbano”, afirmou o membro da Ong Mamberti de Cultura, que coordenou a mesa do seminário, Ronaldo Tonobohn. “Não é normal que a cidade reaja às chuvas fortes com enchentes, e que os rios da cidade nasçam poluídos, precisamos de educação, legislação e fiscalização”, completou.
O projeto de lei para a construção do Código Ambiental do Município permanecerá aberto para sugestões até a segunda votação na Câmara Municipal. Os interessando em conhecer melhor o Projeto de Lei ( PL 252/200) podem baixar o arquivo clicando na imagem abaixo. Chico Macena aceitará contribuições pelo e-mail: chicomacena@camara.sp.gov.br Acompanhe as novidades sobre o código no blog http://sampambiental.blogspot.com/
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