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Sem operador, ultrassom fica encostado PDF Imprimir E-mail
Sex, 04 de Novembro de 2011 15:34

Nenhum exame foi feito, desde então , porque faltam médicos para operar os equipamentos. A prefeitura informou que as contratações estão em andamento. Sem operador, ultrassom fica encostado Em duas AMAS da zona leste, pacientes não conseguem fazer exames por falta de profissionais.

A compra de dois aparelhos de ultrassom para as AMAs (Assistência Médica Ambulatorial) Especialidades em Sapopemba e na Vila Prudente, ambos bairros da zona leste de SP, deveria ter resolvido ou pelo menos diminuído a fila de espera de até seis meses para fazer exames.

Os equipamentos já chegaram, mas não estão funcionando porque faltam profissionais para operá-los. Enquanto a sala de ultrassom segue trancada na unidade de Sapopemba, pacientes como Maria das Dores da Costa Silva, 44 anos, são obrigados a aguardar na fila para fazer o exame em ou tras AMAs ou hospitais.

"Eles dizem que não tem vaga. Estou esperando até hoje", disse Maria, que espera desde maio para fazer um ultrassom transvaginal. Na mesma lista está a filha da dona de casa Ruth Carvalho, 37 anos. A menina de cinco anos aguarda há dois meses para fazer um ultrassom no abdome por causa de um problema de refluxo.

"Só Jesus sabe quando vão chamar. Não sabia que tinha ultrassom aqui", afirmou Ruth, surpresa. Ela contou que em outra ocasião o ultrassom foi agendado na unidade da Penha, também na zona leste.

Na AMA da Vila Prudente, o cenário é idêntico. Oaparelho está numa sala trancada, enquanto os pacientes são encaminhados para outros ambulatórios. Por orientação médica, o aposentado Izotti de Paula Lima, 81 anos, deveria ter feito um ultrassom da próstata em maio, mas só conseguiu realizar o exame há uma semana na unidade do Ipiranga (zona sul). Apenas ontem ele retornou para a consulta com o resultado em mãos. "Devia ser mais rápido, né? ", disse. Segundo o líder comunitário Alcides Dias da Silva, 63 anos, os aparelhos de ultrassom modelo doppler, com imagens coloridas, foram entregues há cerca de um ano, ao custo de R$ 120 mil, a partir de uma emenda parlamentar.

"Desde setembro eles estão parados porque falta médico para fazê-los funcionar", criticou Silva.

O Agora procurou as gerentes das duas AMAs, mas elas disseram que só a Secretaria Municipal da Saúde poderia falar sobre o caso. (Fabio leite)

Fonte: Jornal Agora São Paulo

O mandato foi responsável pela compra de mais de 100 equipamentos para 10 unidades de saúde  e 2 ambulatórios de especialidades para a região de Vila Prudente, Parque São Lucas e Sapopemba conforme cita a matéria abaixo. O Sr. Alcides Dias da Silva mencionado na matéria do Jornal Agora é uma das lideranças que está auxiliando o mandato  na fiscalização do funcionamento dos equipamentos.

População da região de Vila Prudente, Parque São Lucas e Sapopemba é beneficiada com novos equipamentos de saúde

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